Reversão do bloqueio neuromuscular

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O bloqueio neuromuscular é uma etapa importante do procedimento anestésico, pois permite uma melhor condição para intubação, além de favorecer diversos procedimentos cirúrgicos. Logo no início da introdução dos bloqueadores neuromusculares (BNM) na anestesiologia, foi notado que o efeito curarizante da d-tubocurarina terminava espontaneamente com o tempo, mas que também poderia ser revertido com antídotos, como a fisostigmina.

A partir de então, duas vertentes surgiram, uma que acreditava que os efeitos colaterais dos antídotos eram mais deletérios do que uma descurarização parcial, e preferiam aguardar o final do efeito do curare baseado em critérios clínicos, e outra que considerava que a curarização residual era mais grave e portanto deveria ser utilizado antídotos em todos os casos.

Neste curso iremos:

  • rever brevemente a fisiologia da contração muscular
  • rever como avaliar a profundidade do bloqueio neuromuscular
  • discutir sobre como realizar a reversão do bloqueio neuromuscular
  • revisar os efeitos deletérios do bloqueio nueromuacular residual
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